Para muitos grupos de brasileiros, a peregrinação até a Jornada Mundial da Juventude teve como última etapa a passagem por Roma. A Cidade Eterna e o Vaticano fecharam a preparação de um grupo de Curitiba.

Nós encontramos o grupo da paróquia de São Grato, em Curitiba, no aeroporto de Ciampino rumo à Cracóvia.

“Vai ser a minha segunda jornada. A partir da Jornada do Rio eu comecei a entender que a JMJ não é só para quem está lá, e sim para o mundo inteiro. A partir do dia 25 todo mundo tem que se juntar em prol do mesmo objetivo”, disse Marlos Adriano do Nascimento.

Subindo as escadas do avião encontramos também a Ir. Letícia Santa Brígida, missionária de Santa Teresinha, de Belém (PA).

“Estamos nos preparando há três anos para este encontro, para a catequese, para a evangelização, tanto para nós quanto para as pessoas que nós encontramos”.

Já dentro do avião, continuamos a conversar com o grupo de Curitiba, agora com Ivan Luiz Razera, que chega para a sua primeira JMJ.

“Passamos por ‘bons bocados’ desde de Curitiba para que a viagem desse certo. Espero ter uma boa interação e contato com Deus”, disse Ivan.

Lorena Lafraia chega para a segunda jornada após o Rio em 2013. Ela ficou muito marcada com Roma: “O que mais me tocou foi o momento diante da Manjedoura na Basílica de Santa Maria Maior”.

“A gente espera o encontro com os jovens do mundo inteiro em Cracóvia, mas é claro que também queremos ver o Papa”, contou.

Maiara Coelho, que gravava com o celular todas as entrevistas, recordou as noites mal dormidas para realizar o projeto de estar em Cracóvia.

“Já estamos há três anos nesta batalha. A gente formou uma família bem grande. A gente optou por não fazer por agência, então tivemos que fazer tudo por nossa conta: dormindo tarde e acordando cedo para estar aqui”.

Fonte:  Rafael Belincanta, Peregrino JMJ