Após ouvir uma denúncia no Jornal da Amazônia de terça-feira, relacionada a um acidente com papagaio de papel na Rua Padre Augusto Gianola, uma morada da Avenida Geny Bentes, Maria Antônia, relata o mesmo problema enfrentado diariamente pelos moradores daquela via.

De acordo com o relato da autônoma, assim que chega essa época do ano, a rua fica praticamente intransitável com a quantidade de pessoas cortando a via com suas linhas de cerol, com pedaços de madeira mão, ou com pedras amarradas em pontas de linhas.

“Eles não têm noção do perigo, nem mais olham para os lados, só ficam com os olhos fixados no céu. Numa dessa, alguém passa, atropela as pessoas, em fim. Ou pode acontecer de cortarem o pescoço dos motociclistas, como já foi divulgado na rádio. Não tá fácil”, desabafa a moradora.

Ela solicita aos órgãos competentes uma fiscalização na Avenida Geny Bentes, a Rua Larga como é conhecida. O Departamento de Jornalismo Alvorada recebe diariamente reclamações de moradores insatisfeitos com essa situação, a maioria faz crítica quanto as linhas de cerol, que pode ser letal quando exposta em vias de grande movimentação.

Em 13 de agosto, um morador do bairro Santa Rita de Cássia fez umas das primeiras denúncias em relação ao assunto neste ano. Além das ocorrências em seu bairro, ele fez questão de frisar que se trata de um problema geral, de toda cidade.

Red.: Marcos Felipe