Prestes a completar 76 anos, a ser comemorado no próximo dia 9 de julho, o Banco da Amazônia apresenta sexta edição do Relatório de Sustentabilidade 2017, que traz resultados e informações ambientais, sociais e econômico-financeiras da instituição.

A publicação é feita desde 2014 com base nas diretrizes da Global Reporting e traz informações importantes sobre as ações e avanços da instituição nas áreas de sustentabilidade, finanças, tecnologia, crédito e governança corporativa.

De acordo com o presidente do Banco, Valdecir Tose, o Relatório de Sustentabilidade traz os principais resultados financeiros da instituição e sua atuação para o desenvolvimento regional.

Também, o documento mostra o compromisso do Banco na adoção das melhores práticas de Governança Corporativa que resultou no recebimento do “Certificado com Selo de Governança SEST”, obtendo o 6º lugar entre as 48 empresas estatais avaliadas de todo o Brasil e o 3º no segmento bancário.

O Banco da Amazônia é o principal agente financeiro responsável pela administração do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), fundo de financiamento criado pela Constituição Federal de 1989, um dos principais instrumentos da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) em apoio à redução das desigualdades regionais.

Segundo dados do Banco Central, o Banco da Amazônia responde por 63,82% do crédito de fomento no Norte do país.

Em 2017, o Banco contratou mais de 15.400 operações de crédito somente com o FNO, no valor total de R$ 2,9 bilhões. A maior parte desses recursos (69%) foi absorvida pelo setor rural, ou seja, R$ 1,99 bilhão foi destinado a empreendimentos do campo, e o restante dos financiamentos, R$ 914,5 milhões, ou 31%, foi para o setor não rural.

De acordo com o Relatório de Gestão 2017, lançado em junho passado, as contratações priorizaram os segmentos produtivos de menor porte: 98% das operações de crédito foram para agricultores familiares, mini, pequenos e pequeno-médios produtores rurais, cooperativas e associações, e microempreendedores individuais.

Red.: Neudson Corrêa, via Banco da Amazônia