Alunos do ensino médio, mediado por tecnologia ou Ensino Tecnológico correm risco de morte ao serem transportados em pequenas embarcações, tipo bajaras. A denúncia chegou ao jornalismo Alvorada na manhã de hoje por meio de um comunitário da região do Rio Tracajá/Mamuru.

O morador de nome Pedro de Souza disse que, em um recente temporal que atingiu a região cerca de vinte e quatro alunos do rio Tracajá passaram momentos de angústia.  O comunitário diz ainda que, devido o temporal os alunos passaram a rezar em grupo para que a embarcação não fosse pro fundo do rio.

Na mesma denúncia, Pedro comenta sobre a falta de combustível para o transporte de alunos na área rural, tanto para veículos como ônibus e embarcações.

Os proprietários dos barcos já percorreram diversas empresas de combustíveis de Parintins. De acordo com Pedro, as requisições são para gasolina, diesel e óleo. No entanto, os donos de embarcações enfrentam um problema: quando vão até o posto, não tem o diesel; quanto tem diesel não tem gasolina e óleo.

O problema já se arrasta por uns três meses, e tem transportador que só passou a trabalhar no segundo semestre do ano. Outra situação, a requisição de 200 litros, quando é não paga o posto só já tem 120 litros,

Red.: Neudson Corrêa